O Fórum Paulista de Educação Infantil é uma instância comprometida com a Educação Infantil tanto no que se refere a assegurar o acesso a um atendimento de qualidade a todas as crianças de 0 a 6 anos quanto em fortalecer esse campo de conhecimentos e de atuação profissional no Estado de São Paulo.



FPEI - Criança é para Brincar e continuar brilhando!

A atual gestão do FPEI - "Criança é para brincar e continuar brincando" foi eleita no último COPEDI, em novembro de 2015 e pretende dar continuidade às ações das gestões (2009 - 2012 e 2012-2015). Somos um grupo que se constitui como um coletivo que pensa o FPEI e pretende atuar dentro dele tendo como tripé: POLÍTICAS/ PESQUISAS/ PRÁTICAS PEDAGÓGICAS. Articulando nestas três frentes os diversos atores sociais que pensam, lutam e constroem direitos das crianças pequenas a uma Educação Infantil de qualidade.


sábado, 2 de julho de 2016

CONGRESSO DE EDUCAÇÃO INFANTIL E DE CRECHES UNIVERSITÁRIAS




Acontece de 23 a 26 de agosto de 2016, o 1º Congresso Internacional de Educação Infantil da Unicamp (CONEINF) &  1º Congresso de Creches Universitárias da América Latina e Caribe da UDUAL (CONCUNI).

A programação conta com importantes pesquisadoras e pesquisadores da educação infantil do Brasil, Chile, Peru, Cuba, Colômbia, México e será um importante espaço para trocas de saberes e de experiências.


As inscrições ainda estão abertas e o prazo para submissões de trabalhos foi prorrogado:

Pagamento até o dia 11 de julho e 
Submissão de trabalhos até o dia 15 de julho.

Mais informações no site:

https://www.fe.unicamp.br/coneinf2016/pt-br

domingo, 10 de abril de 2016

terça-feira, 5 de abril de 2016

Apoio à luta das e dos profissionais da Educação Infantil de Americana/SP

MANIFESTO CONTRA A TERCEIRIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DOCENTES NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O FPEI que compõe o MIEIB vem manifestar-se contra a terceirização de profissionais docentes na educação infantil no Município de Americana-SP, como uma política de precarização do trabalho na educação infantil. Temos como prioridade na nossa carta de princípios a defesa pela Educação Infantil Pública e por profissionais docentes concursados no serviço público. Reconhecemos o cenário atual de crise econômica e política, no entanto, defendemos e acreditamos que o enfrentamento ao momento histórico pelo qual passa o Estado brasileiro precisa ser feito sem ceder às tendências conservadoras, fascistas, privatistas e fundamentalistas em curso e reafirmamos o compromisso de promoção e garantia dos direitos humanos arduamente conquistados pelas lutas sociais e que têm importância fundamental no amadurecimento do processo democrático brasileiro. Desse modo, vimos a público nos manifestar contra a terceirização da Educação Infantil no município de Americana e não aceitamos propostas que desrespeitem os preceitos garantidos em Lei para o atendimento a esta etapa da educação. Posicionamo-nos contra toda e qualquer forma de privatização da Educação Infantil, quer seja no âmbito do acesso, dos processos pedagógicos ou da gestão, mantendo-nos na luta por políticas públicas de educação que aumentem, com qualidade, o quantitativo de Centros de Educação Infantil para todas as crianças, com profissionais qualificados e concursados no serviço público.

Assinam
 Fórum Paulista de Educação Infantil – FPEI
 Movimento Interforuns de Educação Infantil do Brasil – MIEIB
 Centros de Estudos Educação e Sociedade – CEDES
 Fórum de Educação Infantil do Ceará - FEIC
 Fórum de Educação Infantil da Região de Sorocaba
 Fórum Municipal de Educação Infantil de Vinhedo - FMEIV
 Fórum Municipal de Educação Infantil de Campinas – FMEIC
 Fórum Municipal de Educação Infantil de São Paulo – FMEISP
 Fórum de Educação Infantil da Região de Assis
 Fórum Permanente de Educação Infantil do Espirito Santo – FOPEIES
 Campanha Nacional pelo Direito à Educação
 Professora Dra. Ana Lúcia Goulart de Faria (GEPEDISC- linha culturas infantis/FE-UNICAMP)
 Professora Dra. Lisete Regina Gomes Arelaro (FE-USP)
 Professora Dra. Rosangela Gavioli Prieto (FE-USP)
 Professora Dra. Marcia Gobbi (FE-USP)
 Professora Dra. Patrícia Dias Prado (FE-USP)
 Professora Dra. Maria Walburga dos Santos (FE-UFSCAR)
 Professora Dra. Mônica Pinazza (FE-USP)
 Professora Dra. Anete Abramowicz (FE-UFSCAR)
 Professora Dra. Gabriela Guarnieri de C. TEBET (FE-UNICAMP)
 Professora Dra. Luciane Muniz (FE-UNICAMP)

quarta-feira, 30 de março de 2016

MIEIB DE LUTA, NA DEFESA PELA EDUCAÇÃO INFANTIL DE QUALIDADE MANIFESTO CONTRA A EMENDA ADITIVA 27 DO DEPUTADO FEDERAL ALFREDO KAEFER SOBRE CRECHES DOMICILIARES NA MP 705/2015

O MIEIB - Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil é constituído por 26 Fóruns Estaduais de Educação Infantil e 01 Fórum de Educação Infantil no Distrito Federal. Suas principais bandeiras de luta são:

* A efetivação dos direitos fundamentais das crianças de 0 a 6 anos (Constituição Federal, ECA, LDB, DCNEI, dentre outras);
* O entendimento de que a educação infantil tem especificidade própria e cumpre duas funções indispensáveis e indissociáveis: educar e cuidar;
* A compreensão da educação infantil enquanto campo de conhecimento e de política pública intersetorial, interdisciplinar, multidimensional e em permanente evolução.

O MIEIB é uma entidade que compõe o Fórum Nacional de Educação e tem acompanhado as formulações legais para a execução do Plano Nacional de Educação, assim como dos Planos Municipais e Estaduais de Educação, efetivando a pauta da educação infantil.

Como movimento social o MIEIB participou de conquistas históricas para o reconhecimento da educação infantil como primeira etapa da educação básica, na sua inclusão no financiamento pelo FUNDEB, na elaboração de “Indicadores de qualidade” e das “Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil –DCNEIs”, dos “Parâmetros Nacionais de Qualidade para as Instituições de Educação Infantil – PNQEI”, do “Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil – Proinfância”, da “Política Nacional de Educação Infantil do Campo”, do Plano Nacional de Educação, dentre outras.

Reconhecemos o cenário atual de crise econômica e política, no entanto, defendemos e acreditamos que o enfrentamento ao momento histórico pelo qual passa o Estado brasileiro precisa ser feito sem ceder às tendências conservadoras, fascistas e fundamentalistas em curso e reafirmamos o compromisso de promoção e garantia dos direitos humanos arduamente conquistados pelas lutas sociais e que têm importância fundamental no amadurecimento do processo democrático brasileiro.

Desse modo, vimos a público nos manifestar CONTRA a inclusão da emenda aditiva 27 sobre Creches Domiciliares na Medida Provisória 705/2015, proposta pelo Deputado Federal Alfredo Kaefer do PSDB/PR, pois fere o direito à educação e descompromete o Estado em sua obrigação de oferta, tal como preconizado na CF/88, no qual afirma que todas as crianças brasileiras tem direito ao acesso à Educação Infantil em espaços escolares e não domiciliares, à uma Educação Infantil de qualidade referenciada nos marcos legais atuais, inclusiva, sem discriminações étnicas, religiosas, territoriais, de gênero, de classe social e submetida ao controle social.

É importante salientar que a Educação Infantil é um direito da criança, uma obrigação do Estado e uma opção da família para crianças de zero à três anos e obrigatória dos quatro a seis anos de idade. Esse direito foi efetivado a partir da Constituição de 19881 , posteriormente, reafirmado nos Artigos 4º, 53º e 54º inciso IV, da Lei 8.069, de 13 de julho de 1990 - o ECA e, finalmente, na LDBEN N. 9394/96.

Vale lembrar que sendo a Educação Infantil ligada ao Sistema Educacional, e não mais objeto de Amparo ou de Assistência Social, a educação das crianças de zero a seis anos, segue as normas educacionais estabelecidas para a Educação Básica, tendo sua especificidade garantida nos Artigos 29, 30 e 31 da LDB.

A Educação tem a sua estrutura de funcionamento e organização, de acordo com as normas que regem o ensino e, ainda o § 3º, do Art. 212, da EC Nº 59, de 11 de novembro de 2009 diz que a distribuição dos recursos públicos devem assegurá-la com prioridade.

Lutamos muito para ver a Educação Infantil enquanto um direito da Criança e não somente do adulto, que se encontrasse na Educação como obrigação de Estado, regulamentada em legislação educacional, mediada por professores habilitados e espaços organizados em uma rede de ensino, e queremos ver ampliado esse direito a todas as crianças que a demandam, não podemos furtar das crianças este direito. Também não podemos considerar um retrocesso das mães em relação a conquista de sua autonomia e realização no mercado de trabalho.

Hoje, neste documento, reafirmamos nossa postura e nossos anseios. Queremos que a legislação seja cumprida, evitando retrocessos. Por isso, não aceitamos propostas atendimento à educação infantil que desrespeite os preceitos que acreditamos e que estão garantidos em Lei. E, ainda continuamos a luta por políticas públicas de educação que aumentem, com qualidade, o quantitativo de Centros de Educação Infantil para todas as crianças que os demandam.

Nós, movimentos sociais da Educação e entidades educacionais, somos veementemente contrários à emenda aditiva 27, referente às Creches Domiciliares, a ser incluída na MP 705/2015, pois fere constitucionalmente o direito à educação conquistada e legalmente constituída no país.

MIEIB DE LUTA, NA DEFESA PELA EDUCAÇÃO INFANTIL!

DIGA NÃO ÀS CRECHES DOMICILIARES!

DIGA NÃO AO RETROCESSO NA CONQUISTA DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS A ESPAÇOS QUALIFICADOS PARA A SUA EDUCAÇÃO!

DIGA NÃO À MERCANTILIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL!



ASSINAM:

ACTIONAID BRASIL AÇÃO EDUCATIVA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE O BEBÊ – ABEBÊ
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA EM FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO - FINEDUCA
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO DA EDUCAÇÃO - ANPAE ASSOCIAÇÃO NACIONAL PELA FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO - ANFOPE
CAMPANHA NACIONAL PELO DIREITO À EDUCAÇÃO
CENTRO DE DEFESA DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE -CEARÁ
CENTRO DE CULTURA LUIZ FREIRE – RECIFE/PE
CENTRO DE ESTUDOS EDUCAÇÃO E SOCIEDADE - CEDES
CONSELHO DO IDOSO/RR
REDE NACIONAL PRIMEIRA INFÂNCIA-RNPI
REVISTA DE FINANIAMENTO DA EDUCAÇÃO - FINEDUCA
CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ
CURSO DE PEDAGOGIA NA MODALIDADE À DISTÂNCIA - UFRN
CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVILLE- JOINVILLE
DEPARTAMENTO DE ESTUDOS ESPECIALIZADOS DA FACED/UFC
FÓRUNS DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DO BRASIL
FÓRUM ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE GOIÁS
FÓRUM ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO CEARÁ
FÓRUM ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MARANHÃO
FÓRUM MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL DE CAMPINAS, FMEIC
GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISA EM DIFERENCIAÇÃO SÓCIOCULTURAL – GEPEDISC – LINHA CULTURAS INFANTIS - UNICAMP
GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM POLÍTICAS EDUCACIONAIS (GREPPE) - UNICAMP
GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS "MOPEC - MÚLTIPLOS OLHARES PEDAGÓGICOS EM EDUCAÇÃO DO CAMPO" (UNEMAT/CNPQ)
GRUPO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO INFANTIL E INFÂNCIAS/ UFRGS
GRUPO DE PESQUISA "EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE NO CONTEXTO DA AMAZÔNIA LEGAL MATOGROSSESE" (UNEMAT/CNPQ)
INSTITUTO AVISA LÁ – FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES
INSTITUTO PAULO FREIRE
MOVIMENTO INTERFÓRUNS DE EDUCAÇÃO INFANTIL DO BRASIL
NÚCLEO DE ESTUDO E PESQUISA EM EDUCAÇÃO DA INFÂNCIA - NEPE/FURG
NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS DA INFÂNCIA E SUA EDUCAÇÃO EM DIFERENTES CONTEXTOS – NEPIEC/UFG
NÚCLEO DE ESTUDO E PESQUISA EM EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DA UFMG ORGANIZAÇÃO MUNDIAL PARA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR – UNIDADE AC ORGANIZAÇÃO MUNDIAL PARA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR – UNIDADE DF ORGANIZAÇÃO MUNDIAL PARA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR – UNIDADE MS ORGANIZAÇÃO MUNDIAL PARA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR – UNIDADE RN
REDE ESTADUAL PRIMEIRA INFÂNCIA – REPI/RN
REDE NACIONAL PRIMEIRA INFÂNCIA – RNPI
REDE ESTADUAL PRIMEIRA INFÂNCIA-BAHIA
SINDICATO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO/ANGRA DOS REIS
SINDICATO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE RORAIMA - SINTER SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO PÚBLICA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO – SINDIUPES/ES
UNIÃO NACIONAL DOS DIRIGENTES MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO – SECCIONAL MG UNIÃO NACIONAL DOS CONSELHOS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO-UNCME
UNIDADE ACADÊMICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL-UFCG

sábado, 24 de outubro de 2015



sexta-feira, 11 de setembro de 2015

sábado, 15 de agosto de 2015

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

PARTICIPEM!!!!!


INSCRIÇÕES ABERTAS!!!!!!!!!!!!



sexta-feira, 31 de julho de 2015

NOTA PÚBLICA


Contra o corte de recursos para a construção de unidades de Educação Infantil 

Ao tomar posse em seu segundo mandato, a presidenta Dilma Rousseff anunciou o lema de governo “Brasil, Pátria Educadora”, o que indicaria uma possível prioridade da educação nas políticas públicas. No entanto, em 22 de maio do ano corrente, o governo anunciou um pacote de ajuste orçamentário que incluiu o contingenciamento de 19,3% no orçamento previsto para o Ministério da Educação. Um corte de R$ 9,2 bilhões, colocando o MEC como a segunda pasta mais afetada, em termos percentuais. Imediatamente, as reações contrárias ocupam a cena, com notas públicas de várias entidades tais como Fórum Nacional da Educação Pública, Anped, CNTE, SBPC dentre outras. O governo, porém, segue adiante, aplicando os cortes em todas as áreas educacionais. As instituições federais de ensino, a pesquisa e a pós-graduação com seus projetos de responsabilidade financeira da União se viram às voltas com a redução abrupta, levando à suspensão de ações inerentes ao próprio desenvolvimento das suas funções precípuas e ao comprometimento da continuidade de programas de formação de professores e de obras em andamento. E agora, é anunciado na mídia1 que 37% (R$ 3,4 bilhões) do total de cortes do MEC eram destinados à construção de unidades de educação infantil, além de quadras esportivas nas instituições educacionais. Tal redução afetará indiscutivelmente a criação de novas vagas para atender às crianças de zero até seis anos de idade. E, portanto, dificultará o cumprimento da obrigação constitucional de universalizar o atendimento à pré-escola até o ano de 2016, conforme determina a Emenda Constitucional n. 59, reafirmada no Plano Nacional de Educação (2014), bem como a realização da meta de ampliação do acesso à creche para 50% das crianças de 0 a 3 anos de idade, até o ano de 2024. O atendimento à faixa etária de educação infantil no país é historicamente deficitário. Todas as pesquisas e estatísticas mostram a demanda gigantesca por creche – aproximadamente 10 milhões de crianças de até 3 anos. Na pré-escola ainda restam 12,1% das crianças de 4 e 5 anos sem vagas. Apenas esses números seriam suficientes para mostrar que criar novas vagas, construir novas unidades educacionais é necessário e urgente. Não se trata de incremento do atendimento, mas de cumprir com o básico! Desafio gigantesco, como é o nosso Brasil “gigante por natureza”. Como cumpri-lo, sem construir novas instituições? E como fazer novas construções sem os recursos financeiros? O que o Ministério da Educação tem a dizer sobre isso? Até o momento, a sociedade em geral, e a comunidade educacional especificamente, está recebendo informações esparsas, quase a conta-gotas; a cada dia um novo anúncio, por vezes grande imprensa, e mesmo informações oficiais são posteriormente “negadas” ou amenizadas como ocorreu no episódio Capes2 . Cortar os recursos para a construção de unidades de educação infantil significa prejudicar um processo já altamente complexo no que se refere ao atendimento da Educação Infantil pelos municípios, conforme estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996. A dimensão dos desafios de expansão e de melhoria da qualidade da primeira etapa da Educação Básica tem levado à criação de programas nacionais, como o Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância), para prestar assistência financeira ao Distrito Federal e aos municípios, visando garantir o acesso de crianças a creches e pré-escolas da rede pública. A implementação do Programa, considerado fundamental para a expansão e melhoria da qualidade da Educação Infantil, porém, já vem enfrentando inúmeros problemas que prejudicam o cumprimento de suas metas. Não necessitamos de mais um obstáculo que será colocado com o ajuste fiscal! Nesse cenário, manifestamos nossa indignação: se mesmo com o aporte financeiro da União não se está assegurando o direito das crianças à Educação Infantil, qual será o quadro sem esses recursos? Mais uma vez, as crianças serão excluídas e abandonadas? Por tudo isso, manifestamos repúdio ao corte e reivindicamos que o MEC continue cumprindo seu papel na garantia dos direitos das crianças brasileiras à educação infantil desde o nascimento, como determina a Carta Magna do país. E, ainda, interpelamos o Ministério para que se pronuncie oficialmente, publicizando a real distribuição dos cortes nos vários setores educacionais.

31 de julho de 2015.

Assinam a presente nota:

Associação Nacional de Política e Administração da Educação (ANPAE)
Fórum Goiano de Educação Infantil (FEI-GO)
Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Educação (ANPEd)
Centro de Estudos Educação e Sociedade (CEDES)
Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação (ANFOPE)
Fórum Nacional de Diretores de Faculdades, Centros de Educação ou Equivalentes das Universidades Públicas Brasileiras (FORUMDIR)
Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil (MIEIB)
Fórum de Educação Infantil do Acre
Fórum Alagoano de Educação Infantil
Fórum Amapaense de Educação Infantil
Fórum Amazonense de Educação Infantil
Fórum Baiano de Educação Infantil
Fórum de Educação Infantil do Ceará
Fórum Permanente de Educação Infantil do Espírito Santo
Fórum de Educação Infantil do Maranhão
Fórum Matogrossense de Educação Infantil
Fórum Permanente de Educação Infantil do Mato Grosso do Sul
Fórum Mineiro de Educação Infantil.
Fórum de Educação Infantil do Pará
Fórum de Educação Infantil da Paraíba
Fórum de Educação Infantil do Paraná
Fórum de Educação Infantil de Pernambuco
Fórum de Educação Infantil do Piauí
Fórum de Educação Infantil do Estado do Rio de Janeiro
Fórum de Educação Infantil do Rio Grande do Norte
Fórum Gaúcho de Educação Infantil
Fórum de Educação Infantil de Rondônia
Fórum de Educação Infantil de Roraima
Fórum Catarinense de Educação Infantil
Fórum Paulista de Educação Infantil
Fórum de Educação Infantil de Sergipe
Fórum de Educação Infantil de Tocantins
Fórum de Educação Infantil do Distrito Federal
União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação - Seção Goiás (Uncme-Goiás)
Fórum de EJA/AM
Fórum de EJA/AP
Fórum de EJA/CE
Fórum de EJA/GO
Fórum de EJA/PA
Fórum de EJA/PB
Fórum de EJA/PE
Fórum de EJA/RJ
Fórum de EJA/RR
Fórum de EJA/RS
Fórum de EJA/SC
Fórum de EJA/SP
Fórum Mineiro de EJA
Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (CENPEC)

http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2015/07/1658820-dilma-corta-verba-para-pre-escola-e-creche- vagas-eram-promessa-eleitoral.shtml
http://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/690/dilma-descumpre-promessa-eleitoral-e-corta-verba- para-pre-escola-e-creche

2 Após anunciar via ofício às instituições o corte de 75% nos recursos do Proap que custeia os Programas de Pós-Graduação nas Universidades Federais, em meio à pressão da comunidade acadêmica e científica, o MEC divulgou nota assegurando que serão repassados 90% dos recursos e que nenhuma bolsa de estudo será interrompida
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=21467:capes-garanterecurso-para-pos-graduacao-e-pesquisa&catid=225&Itemid=86

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Estão abertas as inscrições para o VII COPEDI




Inscrições de trabalhos até o dia 31 de agosto.


Mais informações no site:
http://www.copedi.ufscar.br/



quarta-feira, 24 de junho de 2015

MANIFESTO INDIGNADO II: 
a construção de verdades únicas

O FPEI manifesta seu repúdio ao retrocesso político que censura a problematização sobre as relações de gênero, o racismo e a valorização da diversidade nos Planos Municipais de Educação


BOLETIM INFORMATIVO - FPEI - 2015



sábado, 2 de maio de 2015

1ª Assembléia FPEI de 2015 Dia 22/5/2015 (sexta-feira) - Presidente Prudente/SP.

É com grande prazer que o Grupo Gestor do Fórum Paulista de Educação Infantil/FPEI convida todos/as os/as profissionais do magistério da Educação Infantil (Professores/as, Pesquisadoras/es, Educadores/as, Dirigentes Municipais de Educação, Coordenadores/as Pedagógicos, Supervisores/as, Diretores/as, Orientadores/as, Pais e Mães e demais profissionais interessados) para a 1ª Assembléia de 2015 que será realizada na cidade de Presidente Prudente/SP. Terá como discussão a temática referente ao papel do movimento social nas políticas públicas da primeira infância defendidas pelo FPEI e as lutas em defesa da criança pequena, bem como a discussão em torno do Currículo da Educação Infantil em observância nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil/2009.

Tema: “O Papel do Movimento Social e o Currículo de Educação Infantil” (programa em anexo)
Data: 22/5/2015 (sexta-feira)
Horário: 8h30 as 12h00 e das 14h00 as 17h00
Local: Teatro Municipal do Centro Cultural Matarazzo
Endereço: Rua Quintino Bocaiuva, n. 749 - Vila Marcondes - Presidente Prudente/SP.

Pedimos a gentileza de divulgar nas escolas dos municípios de sua abrangência.
Contamos com a presença de todos e todas!
Gestão do Fórum Paulista de Educação Infantil (2012-2015)
"Criança é para brincar e continuar brilhando”
http://fpeicrianca.blogspot.com.br

domingo, 8 de março de 2015

Em defesa das creches da USP!


Untitled-1Em 2 de março de 2015, em reunião aberta no Instituto de Psicologia, com expressiva participação de funcionários técnico-administrativos, estudantes de graduação e de pós-graduação, e docentes, discutiu-se sobre a grave situação que afeta o funcionamento das creches vinculadas à Superintendência de Assistência Social da USP, tendo em vista o cancelamento das matrículas das crianças selecionadas para o ingresso em 2015. Tal fato pegou a todos de surpresa. O motivo alegado foi a adesão de funcionários ao Plano de Incentivo à Demissão Voluntária (PIDV), mas o que mais chama a atenção é o modo unilateral com que essa decisão foi tomada, estendendo-se às cinco unidades (Creche Central, Oeste, Saúde Pública, São Carlos e Ribeirão Preto), ainda que todas tenham criado estratégias para o atendimento, contornando as defasagens de pessoal.
O trabalho de excelência desenvolvido pelas creches tem amplo reconhecimento e repercussão em todo o território nacional, o que fica evidenciado pelo projeto de visitações ao longo de todo o ano, por décadas, de inúmeras redes de educação pública, que trazem seus coordenadores e professores para conhecer e aprender com a experiência das nossas creches. Este é um trabalho de extensão universitária, consistente e de longo prazo, que vem contribuindo significativamente para o avanço da qualidade da Educação Infantil em nosso país. Vale destacar a importância da Educação Infantil em relação à diminuição dos índices de evasão no Ensino Fundamental, já enfatizada no Plano Nacional de Educação de 2000. Lembremos que o compromisso com a melhoria da Educação Básica foi assumido pela USP desde a sua fundação.
As creches da USP são pioneiras na consideração da subjetividade nos processos educacionais, e por esse motivo mantêm, desde a sua fundação, psicólogos em seu quadro funcional, em cada unidade e na equipe de supervisão. Esses profissionais sempre atuaram a partir de uma visão sobre a constituição do sujeito e da subjetividade, levando em conta o ambiente cultural e social, e evitando a atuação clínica ou psicologizante.
Desde a sua fundação as creches da USP tem compromisso com a pesquisa científica e com os estágios de graduação em várias áreas. São lugares que abrem as portas e recebem estagiários e pesquisadores com prioridade e reconhecimento da importância do trabalho que realizam. Dezenas de dissertações e teses tiveram as creches como campo.
Não podemos permitir que a lógica econômica associada ao PIDV prevaleça como elemento decisivo em relação à vida das creches da Universidade de São Paulo. É nesse sentido que nos somamos nesse momento às muitas vozes que clamam pela imediata revogação do cancelamento das matrículas das crianças ingressantes em 2015. Que as creches tenham autonomia para decidir sobre a condição de funcionamento próprio a cada uma, pois essa é uma prática já adotada nos vários momentos de crise enfrentados anteriormente. E que a Universidade priorize a contratação dos funcionários necessários à manutenção do trabalho de excelência que as creches desenvolvem e do qual muito nos orgulhamos!
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Nós do Fórum Paulista de Educação Infantil, assinamos embaixo da moção escrita pelo Instituto de Psicologia da USP e tornamos público nesta postagem o nosso imenso apreço pelo trabalho desenvolvido pelas creches da USP ao longo de história. Entendemos que essa decisão é uma total afronta à todas as pessoas que escolheram as creches da USP para contribuir para a educação de suas crianças e esperamos que a USP reveja sua posição.

Criança é para brincar, e continuar brincando.
Gestão do Fórum Paulista de Educação Infantil (2012 - 2015)